
CARTA PARA PROFESSORA DE LITERATURA COMPARADA
alo ALICE *
Puxa ser “descoberto” por você, professora de Literatura Comparada
através de universitários................BAHHHHH TCHÊ.......
Quanto ao “jeitão” que falas, realmente sou algo diferente, principalmente depois de me tornar um “auto-aposentado”, uma vez que ser aposentado pelo INSS...................rsrsrsrsrsrsrsrsrsr
Saber ter sido conhecido pela escrita é interessante e acredito ser o que todos pretendem quando começam a deixar os dedos executarem o que o cérebro manda colocar no papel.
Os meus as vezes se tornam “moleques” e se aventuram sozinhos pelas teclas. Falando em teclas, espero que um dia que me contem por que elas têm uma distribuição aparentemente desconexa.
Sobre sensibilidade, que comentas, tenho total ausência de “pavio”. Alguns ainda o tem curto. O meu desapareceu há muito.....rsrsrsrsrsr. Entretanto sou um “moleque” septuagenário, que deu espaço à criança interior que cada um de nós tem. À minha idade biológica, cada dia apresenta novos aprendizados para o corpo “que quer morrer jovem com 120 anos”, como afirmou Lia Luft numa das suas crônicas.
Como já estou com mais da metade do prazo de validade, AUTO IMPOSTO, vencido,
tenho que valorizar meu tempo. Então “conversar” com gente inteligente, principalmente com quem se identifica com meu “jeitão”, será sempre PRAZEROSO.
Como gostaste da expressão que usei "seja quem for um abração”, ai vai um novo para Alice, professora de Literatura Comparada.
RICARDO garopaba BLAUTH
* Olá!
Explicarei melhor, sou professora de Literatura Comparada e em 2004 participei de um Congresso de Literatura.
Simultâneamente, universitários montaram um espaço cultural sobre textos, foi aí "que te conheci", ou seja, li sobre você crônicas, haikais...Conheci VOCÊ pela sua escrita. E depois fui pesquisando e me identificando com seu jeitão (igual a mim) .
Sou sensível, nunca seria vulgar de tentar diálogo com um escritor o qual ("se já leste meus textos deves conhecer um pouco da minha história") não o conhecesse.
"seja quem for
um abração", gostei disto.
Alice


















































